O número de espaços novos licenciados para habitação em Portugal nos primeiros cinco meses deste ano caiu 13,3 por cento em termos homólogos, o que correspondeu a menos 1.627 fogos autorizados do que no mesmo período de 2009.
Segundo a Associação de Empresas de Construção e Obras Públicas e Serviços (AECOPS), nos primeiros cinco meses do corrente ano, “o número de fogos novos licenciados para habitação no Algarve quedou-se pelos 760 o que representa uma quebra de 40,5 por cento, face ao mesmo período de 2009, enquanto o número de obras adjudicadas desceu 62,9 por cento até finais de Julho, em termos homólogos”.
A AECOPS afirma que, a manter-se esta quebra, “no final do ano o número de fogos novos licenciados não ultrapassará os 23.500, representando, de longe, o mínimo desta série anual iniciada pelo Instituto Nacional de Estatística em 1994 e mesmo o valor mais baixo de que a associação tem registo desde 1970”.
Este é um problema que urge resolver e não me parece que o aumento das taxas e dos impostos sobre a construção que muitas câmaras municipais vêem implementando ajude.
A construção civil é, a par do turismo, um dos motores da economia algarvia e, a verdade, é que o sector está praticamente parado há mais de um ano.
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Algarve: Turismo cresceu 5,8% em Julho
A taxa de ocupação nos hotéis do Algarve subiu 5,8% em Julho (79,2%), em comparação com o mesmo período do ano passado. Os turistas nacionais representaram a maior subida 20,1%, seguidos do mercado holandês com mais 17,4%.
O número de dormidas também registou, segundo o Instituto Nacional de estatística um aumento. Os hotéis em Portugal tiveram um aumento de dois por cento nas dormidas em Junho deste ano, face ao mesmo período de 2009. Os de cinco estrelas foram os que mais contribuíram para o aumento, com uma subida de 4,2 por cento.
Refira-se que o Algarve e a Madeira foram as regiões onde ocorreram as estadias mais prolongadas (4,5 e 5,2 noites, respectivamente).
O número de dormidas também registou, segundo o Instituto Nacional de estatística um aumento. Os hotéis em Portugal tiveram um aumento de dois por cento nas dormidas em Junho deste ano, face ao mesmo período de 2009. Os de cinco estrelas foram os que mais contribuíram para o aumento, com uma subida de 4,2 por cento.
Refira-se que o Algarve e a Madeira foram as regiões onde ocorreram as estadias mais prolongadas (4,5 e 5,2 noites, respectivamente).
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Finanças abrem hoje no Mercado Municipal de Faro
As finanças abrem hoje as suas portas no Mercado Municipal de Faro. É mais um serviço público a reforçar a oferta, já grande, da Loja do Cidadão, a primeira a ser criada no Algarve, inaugurada a 3 de Abril de 2009 pelo Primeiro-ministro, José Sócrates que na altura garantia tratar-se da loja mais moderna e progressista que existe em Portugal.
A transferência do serviço das finanças para as novas instalações foi um difícil processo negocial, uma vez que aquela repartição pública, sempre se manifestou com muito pouca vontade, para não dizer mesmo nenhuma vontade, em aceitar mudar os serviços da Av. 5 de Outubro para o Mercado Municipal tendo valido, à data, a influência e a persistência do então Presidente da Câmara de Faro, José Apolinário.
Os serviços de Finanças juntam-se, a partir de hoje, na Loja do Cidadão à Agencia para a Modernização Administrativa, Administração Regional de Saúde, Alto Comissariado para a Imigração e dialogo Intercultural, Autoridade para as Condições de Trabalho, Câmara Municipal de Faro, Centro de Informação, Mediação e Arbitragem de Conflitos do Algarve, EDP – Energias de Portugal, Fagar, Empresa Municipal de Gestão de Água e Resíduos, Instituto da Segurança Social, Instituto dos Registo e do Notariado, Rolegás, Serviço de Estrangeiros e Fronteiras e Zon TV Cabo.
A Loja do Cidadão de Faro representa um investimento do Estado de 7 milhões de euros que, juntamente com o novo Mercado Municipal, veio estabelecer uma nova centralidade, social e económica, na baixa de Faro.
A transferência do serviço das finanças para as novas instalações foi um difícil processo negocial, uma vez que aquela repartição pública, sempre se manifestou com muito pouca vontade, para não dizer mesmo nenhuma vontade, em aceitar mudar os serviços da Av. 5 de Outubro para o Mercado Municipal tendo valido, à data, a influência e a persistência do então Presidente da Câmara de Faro, José Apolinário.
Os serviços de Finanças juntam-se, a partir de hoje, na Loja do Cidadão à Agencia para a Modernização Administrativa, Administração Regional de Saúde, Alto Comissariado para a Imigração e dialogo Intercultural, Autoridade para as Condições de Trabalho, Câmara Municipal de Faro, Centro de Informação, Mediação e Arbitragem de Conflitos do Algarve, EDP – Energias de Portugal, Fagar, Empresa Municipal de Gestão de Água e Resíduos, Instituto da Segurança Social, Instituto dos Registo e do Notariado, Rolegás, Serviço de Estrangeiros e Fronteiras e Zon TV Cabo.
A Loja do Cidadão de Faro representa um investimento do Estado de 7 milhões de euros que, juntamente com o novo Mercado Municipal, veio estabelecer uma nova centralidade, social e económica, na baixa de Faro.
Moradores da Ilha de Faro contra “técnicas policiais” da Sociedade Polis
A Associação dos Utentes da Ilha de Faro veio a público denunciar os métodos policiais da Administração da Sociedade Polis na verificação das primeiras habitações, “porventura baseado nalgum almanaque de técnicas policiais, mas executado por amadores, está em total contradição com a postura que a Sociedade defendeu nas diversas reuniões com moradores”, acusa a associação que contesta ainda o tratamento de preferência que está a ser dado ao investimento do Polis no reforço do cordão dunar das zonas mais ricas da Ria Formosa, “as tão necessárias acções de alimentação artificial de praias apenas estão em curso numa faixa de 5 km entre o Forte Novo e o Vale do Garrão, onde abundam os empreendimentos de luxo, com um custo de mais de 6 milhões de Euros”.
Depois da Associação de Moradores da Ilha da Culatra e do Partido Socialista de Faro é agora a vez das críticas à Administração da Sociedade Polis virem também da Ilha de Faro perante o cúmplice e ensurdecedor silêncio do Presidente da Câmara Municipal.
Depois da Associação de Moradores da Ilha da Culatra e do Partido Socialista de Faro é agora a vez das críticas à Administração da Sociedade Polis virem também da Ilha de Faro perante o cúmplice e ensurdecedor silêncio do Presidente da Câmara Municipal.
PS quer saber do ‘negócio’ do estacionamento em Monte Gordo
Os socialistas de Vila Real de Santo António foram “surpreendidos” pela decisão do executivo PSD de tarifar o estacionamento “em plena época alta”e sem decisão da Assembleia Municipal.
O PS de Vila real de Santo António pretende ver esclarecido “a quem foi atribuída a concessão dos parques, localizados em espaços públicos, em que circunstâncias e por quanto tempo, querendo ainda saber quais são as contrapartidas financeiras para a autarquia”.
Uma dúvida que também existe em Faro com a concessão a uma empresa privada do transporte em comboio eléctrico para a Ilha de Faro (sempre vazio) e a fixação do preço dos bilhetes (1,5 euros por pessoa).
O PS de Vila real de Santo António pretende ver esclarecido “a quem foi atribuída a concessão dos parques, localizados em espaços públicos, em que circunstâncias e por quanto tempo, querendo ainda saber quais são as contrapartidas financeiras para a autarquia”.
Uma dúvida que também existe em Faro com a concessão a uma empresa privada do transporte em comboio eléctrico para a Ilha de Faro (sempre vazio) e a fixação do preço dos bilhetes (1,5 euros por pessoa).
Algarve: 4,8 milhões para conservação de 353Km da rede rodoviária
A Estradas de Portugal assinou com o Consórcio Manuel Joaquim Pinto, S.A. / Barrabrita, S.A. o contrato de 4,8 milhões de euros para conservação das rodovias algarvias no triénio 2010 – 2013.
Segundo notícia o Observatório do Algarve o contrato tem por objectivo a realização de trabalhos de manutenção e conservação dos cerca de 353 quilómetros de vias e das 116 pontes, viadutos e outras travessias que constituem a rede rodoviária a cargo da Estradas de Portugal no distrito de Faro.
Segundo notícia o Observatório do Algarve o contrato tem por objectivo a realização de trabalhos de manutenção e conservação dos cerca de 353 quilómetros de vias e das 116 pontes, viadutos e outras travessias que constituem a rede rodoviária a cargo da Estradas de Portugal no distrito de Faro.
Portimão: Câmara insiste na criação da Policia Municipal e videovigilância
O Presidente da Câmara de Portimão anunciou que vai retomar a luta pela criação de Polícia Municipal no concelho e pela implementação de câmaras de videovigilância na Praia da Rocha e zona antiga da cidade.
Segundo o Barlavento, depois de se reunir duas horas e meia com a Secretária de Estado da Administração Interna, Dalila Araújo, e com as forças de segurança GNR, PSP e Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), Manuel da Luz recebeu sinal verde da secretária de Estado para avançar com esses planos.
Refira-se que também em Faro existia a intenção pelo anterior Executivo Municipal de vir a criar uma estrutura de Policia Municipal e de instalar câmaras de videovigilância nas entradas de Faro para que fosse possível a PSP monitorizar o transito, projecto esse, que ficou pronto mas que, estranhamente, ainda não está em funcionamento.
Segundo o Barlavento, depois de se reunir duas horas e meia com a Secretária de Estado da Administração Interna, Dalila Araújo, e com as forças de segurança GNR, PSP e Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), Manuel da Luz recebeu sinal verde da secretária de Estado para avançar com esses planos.
Refira-se que também em Faro existia a intenção pelo anterior Executivo Municipal de vir a criar uma estrutura de Policia Municipal e de instalar câmaras de videovigilância nas entradas de Faro para que fosse possível a PSP monitorizar o transito, projecto esse, que ficou pronto mas que, estranhamente, ainda não está em funcionamento.
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Faro: Câmara defende abertura de Centros Comerciais ao Domingo
O Presidente da Câmara de Faro não se opõe à abertura das grandes superfícies ao Domingo, admitindo, agora que a nova Lei aprovada pelo Governo remete para as autarquias essa decisão, "Não farei objecções" garantiu o autarca ao Correio da Manhã adiantando que isso beneficia a liberdade de opção dos consumidores.Outros autarcas ouvidos pelo jornal foram mais cautelosos e, embora manifestando uma posição de princípio favorável, defendem que a decisão deve ser tomada no seio da AMAL para que abranja todo o Algarve.
REESCREVER A HISTÓRIA (II)
Foi retirado sem aviso da Festa da Ria Formosa o ecrã que passava imagens da história da Vivmar - Associação de Viveiristas e Mariscadores da Ria Formosa e da Festa da Ria Formosa que há 17 anos marca lugar de destaque na Capital Algarvia.
O ecrã tinha como missão contar através de múltiplas fotografias que iam passando os quase 18 anos de vida da Vivmar mas, tal iniciativa, segundo apuramos, não caiu bem no actual Executivo da Câmara Municipal de Faro.
Os elementos da coligação de direita não gostaram de ver fotografias de José Apolinário – Presidente da Câmara Municipal de Faro entre 2005 e 2009 – a inaugurar antigas Festas da Ria Formosa, chegando mesmo a acusar os viveiristas de estarem a fazer campanha pelo PS.
À pressa e para provar que não existiam nenhumas motivações políticas os viveiristas colocaram também as fotografias do actual Presidente da Câmara de Faro a inaugurar a Festa de 2010 mas, nem assim, a situação acalmou.
Irredutíveis, as ordens que terão chegado dos Paços do Concelho foram claras: retirem-se da apresentação as fotografias de Apolinário ou acabe-se com o ecrã e com o filme.
Pois bem, a Vivmar, presidida pelo Presidente da Junta de Freguesia de São Pedro, Vítor Lourenço (PSD) decidiu acabar com aquela exibição, cedendo à pressão dos que na Câmara de Faro, à revelia do mais elementar espírito democrático, querem reescrever a história da Capital Algarvia, como se antes de 21 de Outubro de 2009 nada aqui se fizesse ou existisse – nem Faro, nem farenses - nada.
Infelizmente este é já o segundo exemplo de tentativa de reescrever a história.
(fotografia Correio da Manhã)
O ecrã tinha como missão contar através de múltiplas fotografias que iam passando os quase 18 anos de vida da Vivmar mas, tal iniciativa, segundo apuramos, não caiu bem no actual Executivo da Câmara Municipal de Faro.
Os elementos da coligação de direita não gostaram de ver fotografias de José Apolinário – Presidente da Câmara Municipal de Faro entre 2005 e 2009 – a inaugurar antigas Festas da Ria Formosa, chegando mesmo a acusar os viveiristas de estarem a fazer campanha pelo PS.
À pressa e para provar que não existiam nenhumas motivações políticas os viveiristas colocaram também as fotografias do actual Presidente da Câmara de Faro a inaugurar a Festa de 2010 mas, nem assim, a situação acalmou.
Irredutíveis, as ordens que terão chegado dos Paços do Concelho foram claras: retirem-se da apresentação as fotografias de Apolinário ou acabe-se com o ecrã e com o filme.
Pois bem, a Vivmar, presidida pelo Presidente da Junta de Freguesia de São Pedro, Vítor Lourenço (PSD) decidiu acabar com aquela exibição, cedendo à pressão dos que na Câmara de Faro, à revelia do mais elementar espírito democrático, querem reescrever a história da Capital Algarvia, como se antes de 21 de Outubro de 2009 nada aqui se fizesse ou existisse – nem Faro, nem farenses - nada.
Infelizmente este é já o segundo exemplo de tentativa de reescrever a história.
(fotografia Correio da Manhã)
O «secretismo» na transferência de bombeiros profissionais em Faro
Cinco bombeiros profissionais dos antigos Municipais de Faro, agora integrados na “FOCON” foram transferidos para a Biblioteca e Museu Municipal, apesar desta ser a época de fogos florestais.
Contactado pelo semanário Algarve Press o Comandante da FOCON, Aníbal Silveira (ex. Comandante dos Bombeiros Voluntários de Faro), não quis comentar esta decisão do comando, remetendo as explicações para o Presidente da Câmara de Faro que justificou a transferência dos cinco bombeiros profissionais com falta de condições físicas dos mesmos “ verificou-se que não tinham condições físicas para algumas funções exigidas a um bombeiro, por isso, aproveitando os seus conhecimentos foram transferidos para edifícios públicos para executarem todas as normas de prevenção, nomeadamente, na verificação do estado e localização de extintores”.
O autarca de Faro desvalorizou ainda o facto de em época de incêndios o Comandante da “FOCON” estar de férias.
As coisas nos bombeiros vão de vento em popa.
O Comandante, único responsável operacional da FOCON, recusa-se a explicar as razões que estiveram na base da transferência de 5 bombeiros profissionais, deixando perceber que a decisão não foi sua e que não foi tomada por motivos operacionais, mas o Presidente da Câmara explica que o afastamento se deve a “motivos físicos”, desconhecendo-se se foi o próprio que realizou os exames de aptidão.
É claro que, tudo isto, cheira e sabe a castigo e a retaliação e evidência bem como as coisas são, actualmente, resolvidas pela força e pelo mando no Município de Faro.
Um dia a "casa" vai pegar fogo, pois qualquer bombeiro aspirante sabe que não se deitam achas para a fogueira, mas a Câmara de Faro parece sofrer de piromania.
Contactado pelo semanário Algarve Press o Comandante da FOCON, Aníbal Silveira (ex. Comandante dos Bombeiros Voluntários de Faro), não quis comentar esta decisão do comando, remetendo as explicações para o Presidente da Câmara de Faro que justificou a transferência dos cinco bombeiros profissionais com falta de condições físicas dos mesmos “ verificou-se que não tinham condições físicas para algumas funções exigidas a um bombeiro, por isso, aproveitando os seus conhecimentos foram transferidos para edifícios públicos para executarem todas as normas de prevenção, nomeadamente, na verificação do estado e localização de extintores”.
O autarca de Faro desvalorizou ainda o facto de em época de incêndios o Comandante da “FOCON” estar de férias.
As coisas nos bombeiros vão de vento em popa.
O Comandante, único responsável operacional da FOCON, recusa-se a explicar as razões que estiveram na base da transferência de 5 bombeiros profissionais, deixando perceber que a decisão não foi sua e que não foi tomada por motivos operacionais, mas o Presidente da Câmara explica que o afastamento se deve a “motivos físicos”, desconhecendo-se se foi o próprio que realizou os exames de aptidão.
É claro que, tudo isto, cheira e sabe a castigo e a retaliação e evidência bem como as coisas são, actualmente, resolvidas pela força e pelo mando no Município de Faro.
Um dia a "casa" vai pegar fogo, pois qualquer bombeiro aspirante sabe que não se deitam achas para a fogueira, mas a Câmara de Faro parece sofrer de piromania.
Faro é o Concelho Algarvio com maior poder de compra
Faro (6º), Albufeira (16º) e Portimão (17º) estão entre os 20 concelhos com maior poder de compra do país, numa lista liderada por Lisboa.O estudo pretende caracterizar os municípios "sob o ponto de vista do poder de compra, numa acepção ampla, a partir de um conjunto de variáveis" tal como o vencimento salarial, contratos imobiliários e o número de automóveis.
Arte: Produtos de cortiça de São Brás no catálogo do MoMA
Chapéus-de-chuva e carteiras de luxo feitos de cortiça algarvia estiveram em exposição no Museu de Arte Moderna (MOMA) de Nova Iorque até ao final de Julho, um conjunto de produtos que dado o sucesso obtido, serão agora vendidos pela instituição no catálogo Outono/Inverno.Os artigos de cortiça são uma criação algarvia da Pelcor de São Brás de Alportel.
domingo, 8 de agosto de 2010
Culatra: Associação de Moradores “indignada e revoltada”. Socialistas acusam Administração da Sociedade Polis de adulterar projecto
Há excepção do Presidente da Câmara Municipal de Faro, que se mantêm em silêncio, ninguém parece estar de acordo com a actuação da Administração da Sociedade Polis que enviou no final desta semana notificações para mais de uma centena de moradores do núcleo habitacional da Culatra.
A Associação de Moradores diz que a população daquela comunidade piscatória se sente indignada e revoltada, acusando a Administração do Programa Polis de má-fé ao estar a levar a cabo uma prática contrária à que em Dezembro último se haviam comprometido com as populações, “ a actuação da Polis colide em absoluto com a “valorização dos núcleos piscatórios”, tal como ficou definido em documento elaborado pela própria Sociedade Polis, que persiste em entrar em rota de colisão com o POOC”.
Também os socialista de Faro acusam a Administração da Sociedade Polis de estar a adulterar aqueles que eram os princípios e os objectivos que levaram o Município de faro a aderir àquele projecto, “a adesão do Município de Faro ao Programa Polis tinha por base a requalificação de todos os núcleos das Ilhas Barreira com respeito pelas pessoas e pelos seus direitos, nomeadamente o da habitação, pelo que o Partido Socialista não abdicará de lutar ao lado dos habitantes da Culatra, Hangares, Farol e Praia de Faro que participaram e apoiaram a adesão de Faro a este projecto".
Socialistas e moradores da Ilha da Culatra exigem que a Câmara Municipal de Faro defina a sua posição sobre o Polis e as ilhas barreira e exortam a Administração da Sociedade Polis a enveredar por um caminho distinto do actual “em prol da defesa e bem-estar da população da Culatra”.
(fotografia Algarve Press)
A Associação de Moradores diz que a população daquela comunidade piscatória se sente indignada e revoltada, acusando a Administração do Programa Polis de má-fé ao estar a levar a cabo uma prática contrária à que em Dezembro último se haviam comprometido com as populações, “ a actuação da Polis colide em absoluto com a “valorização dos núcleos piscatórios”, tal como ficou definido em documento elaborado pela própria Sociedade Polis, que persiste em entrar em rota de colisão com o POOC”.
Também os socialista de Faro acusam a Administração da Sociedade Polis de estar a adulterar aqueles que eram os princípios e os objectivos que levaram o Município de faro a aderir àquele projecto, “a adesão do Município de Faro ao Programa Polis tinha por base a requalificação de todos os núcleos das Ilhas Barreira com respeito pelas pessoas e pelos seus direitos, nomeadamente o da habitação, pelo que o Partido Socialista não abdicará de lutar ao lado dos habitantes da Culatra, Hangares, Farol e Praia de Faro que participaram e apoiaram a adesão de Faro a este projecto".
Socialistas e moradores da Ilha da Culatra exigem que a Câmara Municipal de Faro defina a sua posição sobre o Polis e as ilhas barreira e exortam a Administração da Sociedade Polis a enveredar por um caminho distinto do actual “em prol da defesa e bem-estar da população da Culatra”.
(fotografia Algarve Press)
sábado, 7 de agosto de 2010
Quatro doentes em risco de cegar após operação em clínica oftalmológica ilegal de Lagoa
Quatro pessoas estão internadas no Hospital dos Capuchos na sequência de cirurgias aos olhos na I-Qmed, uma clínica de oftalmologia de Lagoa, Algarve, que funcionava ilegalmente por não se encontrar registada na Entidade Reguladora da Saúde.
Na sequência destes acontecimentos, a Inspecção Geral das Actividades em Saúde (IGAS) está a investigar, desde 28 de Julho, a clínica privada (entretanto encerrada) abrangendo a mesma o licenciamento, o funcionamento e o corpo clínico que esteve envolvido nas cirurgias.
Os doentes são duas mulheres e dois homens, sendo que a doente mais nova tem 35 anos e as duas vistas afectadas, o que terá acontecido durante a intervenção para a colocação de lentes intra-oculares. As outras três pessoas, uma com 65 anos e duas com 80 e 88 anos, foram operadas às cataratas.
Os quatro pacientes ainda se encontram nos Capuchos, unidade hospitalar especializada em oftalmologia do Hospital de S. José, que segundo o DN classifica os casos clínicos de "situação gravíssima".
Na sequência destes acontecimentos, a Inspecção Geral das Actividades em Saúde (IGAS) está a investigar, desde 28 de Julho, a clínica privada (entretanto encerrada) abrangendo a mesma o licenciamento, o funcionamento e o corpo clínico que esteve envolvido nas cirurgias.
Os doentes são duas mulheres e dois homens, sendo que a doente mais nova tem 35 anos e as duas vistas afectadas, o que terá acontecido durante a intervenção para a colocação de lentes intra-oculares. As outras três pessoas, uma com 65 anos e duas com 80 e 88 anos, foram operadas às cataratas.
Os quatro pacientes ainda se encontram nos Capuchos, unidade hospitalar especializada em oftalmologia do Hospital de S. José, que segundo o DN classifica os casos clínicos de "situação gravíssima".
Câmaras de Vila real de Santo António e de Castro Marim tinham protocolos com clínica ilegal de Lagoa
As câmaras algarvias de Vila Real de Santo António e de Castro Marim mantinham com a clínica ilegal “I-Qmed” – onde quatro pacientes correm o risco de cegueira após intervenções cirúrgicas ali realizadas – protocolos para a observação de doentes carenciados daqueles concelhos.
O autarca de Vila Real de Santo António, Luís Gomes, confirmou que foram transportadas várias pessoas àquela clínica, mas apenas para consultas e nunca para intervenções, "temos um programa de oftalmologia e levamos as pessoas a várias clínicas porque não havia capacidade de absorção do Serviço Nacional de Saúde", explicou Luís Gomes.
O que o autarca não explica é porque razão o seu Município não exigiu antes de enviar os seus munícipes para esta clínica privada, supostamente por falta de resposta do Serviço Nacional de Saúde, a apresentação do registo obrigatório na Entidade Reguladora da Saúde.
Trata-se de um procedimento de prevenção que deveria ser norma da mesma forma que hoje nenhum organismo público contrata ou paga a uma empresa privada sem exigir o respectivo alvará e declarações das finanças e segurança social actualizadas sobre a situação contributiva das mesmas.
O presidente da Entidade Reguladora da Saúde (ERS) já veio a público aconselhar todos os possíveis utentes a habituarem-se a verificar se a unidade de saúde a que se dirigem está registada na ERS, visto que “dá uma garantia de adicional de segurança e de qualidade. É um hábito que as pessoas deviam ter e não deviam utilizar estes prestadores de vão de escada. São coisas à margem da lei que não deviam ter sido usadas pelos utentes”, declarou Álvaro Almeida.
Também a Câmara Municipal de Lagoa deveria apurar como é que um estabelecimento comercial (localizado em frente à FATACIL) com inumeros paineis publicitários pôde funcionar no seu Concelho durante 7 anos e realizar obras sem estar licenciado e, alegadamente, ter tão pouco apresentado projecto de alterações e de licenciamento na Câmara de Lagoa.
O autarca de Vila Real de Santo António, Luís Gomes, confirmou que foram transportadas várias pessoas àquela clínica, mas apenas para consultas e nunca para intervenções, "temos um programa de oftalmologia e levamos as pessoas a várias clínicas porque não havia capacidade de absorção do Serviço Nacional de Saúde", explicou Luís Gomes.
O que o autarca não explica é porque razão o seu Município não exigiu antes de enviar os seus munícipes para esta clínica privada, supostamente por falta de resposta do Serviço Nacional de Saúde, a apresentação do registo obrigatório na Entidade Reguladora da Saúde.
Trata-se de um procedimento de prevenção que deveria ser norma da mesma forma que hoje nenhum organismo público contrata ou paga a uma empresa privada sem exigir o respectivo alvará e declarações das finanças e segurança social actualizadas sobre a situação contributiva das mesmas.
O presidente da Entidade Reguladora da Saúde (ERS) já veio a público aconselhar todos os possíveis utentes a habituarem-se a verificar se a unidade de saúde a que se dirigem está registada na ERS, visto que “dá uma garantia de adicional de segurança e de qualidade. É um hábito que as pessoas deviam ter e não deviam utilizar estes prestadores de vão de escada. São coisas à margem da lei que não deviam ter sido usadas pelos utentes”, declarou Álvaro Almeida.
Também a Câmara Municipal de Lagoa deveria apurar como é que um estabelecimento comercial (localizado em frente à FATACIL) com inumeros paineis publicitários pôde funcionar no seu Concelho durante 7 anos e realizar obras sem estar licenciado e, alegadamente, ter tão pouco apresentado projecto de alterações e de licenciamento na Câmara de Lagoa.
O PSD, os seus autarcas e o nosso Serviço Nacional de Saúde
O que terão a dizer disto os presidentes das câmaras de Loulé, Vila Real de Santo António e de Castro Marim e os restantes pensadores laranja que preparam uma revisão constitucional para criar um Serviço Nacional de Saúde de mínimos e dirigido aos pobres que não têm condições para pagar um seguro de saúde.
Na opinião destes sociais democratas os privados são muito melhores, gerem melhor que o sector público, oferecem melhor qualidade e rapidez, mas quando as coisas correm mal ou se adivinham difíceis de resolver para onde mandam os médicos particulares e os hospitais e clínicas privadas os doentes?
Pois, para os Hospitais do Serviço Nacional de Saúde!
Na opinião destes sociais democratas os privados são muito melhores, gerem melhor que o sector público, oferecem melhor qualidade e rapidez, mas quando as coisas correm mal ou se adivinham difíceis de resolver para onde mandam os médicos particulares e os hospitais e clínicas privadas os doentes?
Pois, para os Hospitais do Serviço Nacional de Saúde!
Tribunal de Contas chumba contratação de médicos para o Algarve
O Tribunal de Contas recusou o visto prévio a contratos celebrados pela Administração Regional de Saúde do Algarve com duas empresas para a aquisição de serviços médicos para Centros de Saúde da região (a serem prestados a partir de Outubro) no valor de mais de um milhão de euros, nomeadamente por "ausência de concurso" (foi feito um convite a cinco empresas e escolhida a proposta mais vantajosa), salientando que "não se mostra suficientemente fundamentada a inconveniência do recurso a uma qualquer modalidade de emprego público".
Em declarações ao Correio da Manhã o Presidente da ARS Algarve diz que "toda a Administração Pública recorre a esta forma", e que já foi apresentado recurso.
Em declarações ao Correio da Manhã o Presidente da ARS Algarve diz que "toda a Administração Pública recorre a esta forma", e que já foi apresentado recurso.
Hospital de Faro ganha ressonância magnética
O Hospital Central de Faro vai dispor já a partir de Outubro de uma Unidade Modular de Ressonância Magnética, que permitirá a realização deste tipo de exames em meio hospitalar a todos os doentes e, em especial, aos internados.
Segundo o Correio da Manhã a criação desta unidade, com base num protocolo assinado com um grupo privado, permite que o Hospital de Faro passe a ter "mais um dos requisitos definidos pela Rede Hospitalar de Urgência/Emergência para uma Urgência Polivalente".
Segundo o Correio da Manhã a criação desta unidade, com base num protocolo assinado com um grupo privado, permite que o Hospital de Faro passe a ter "mais um dos requisitos definidos pela Rede Hospitalar de Urgência/Emergência para uma Urgência Polivalente".
Portimão: Assembleia Municipal aprova Plano de Saneamento Financeiro
O Plano de Saneamento Financeiro da Câmara de Portimão foi aprovado, em sessão extraordinária da Assembleia Municipal, com os 15 votos favoráveis dos representantes do PS e Juntas de Freguesia e oito votos contra da oposição (PSD, CDS, Bloco de Esquerda e CDU), podendo agora seguir para o Tribunal de Contas.
Em simultâneo, a Câmara Municipal de Portimão vai dar início ao processo negocial com a banca, já que a medida principal do documento preconiza a transformação dos 100 milhões de euros de dívida de curto prazo da autarquia em dívida a médio/longo prazo, mediante a contratação de um empréstimo no valor de 96 milhões.
Ao longo da discussão Manuel da Luz fez questão de sublinhar que, apesar de complicada, a situação da Câmara de Portimão até não é das piores no panorama nacional. De tal forma que «os critérios do Tribunal de Contas permitem-nos optar por um Plano de Saneamento Financeiro e não por um de Reequilíbrio, que é mais gravoso».
Uma noticia e uma opção à atenção dos farenses e das diferentes forças políticas de Faro uma vez que na Capital algarvia a opção que a maioria de direita que dirige a autarquia pretende tomar é, precisamente, a do reequilíbrio financeiro um plano que como considera Manuel da Luz é “mais gravoso” para os munícipes, empresas e colectividades.
Em simultâneo, a Câmara Municipal de Portimão vai dar início ao processo negocial com a banca, já que a medida principal do documento preconiza a transformação dos 100 milhões de euros de dívida de curto prazo da autarquia em dívida a médio/longo prazo, mediante a contratação de um empréstimo no valor de 96 milhões.
Ao longo da discussão Manuel da Luz fez questão de sublinhar que, apesar de complicada, a situação da Câmara de Portimão até não é das piores no panorama nacional. De tal forma que «os critérios do Tribunal de Contas permitem-nos optar por um Plano de Saneamento Financeiro e não por um de Reequilíbrio, que é mais gravoso».
Uma noticia e uma opção à atenção dos farenses e das diferentes forças políticas de Faro uma vez que na Capital algarvia a opção que a maioria de direita que dirige a autarquia pretende tomar é, precisamente, a do reequilíbrio financeiro um plano que como considera Manuel da Luz é “mais gravoso” para os munícipes, empresas e colectividades.
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
16 tartarugas mortas deram à costa algarvia
Os investigadores ainda não encontraram uma explicação científica que explique o elevado número de tartarugas mortas que nos últimos dias têm dado à costa algarvia.
Num par de dias foram recolhidas 16 tartarugas mortas da espécie Caretta, caretta.
Entretanto este número já aumentou. São agora 19 as tartarugas mortas que foram recolhidas na costa algarvia.
Num par de dias foram recolhidas 16 tartarugas mortas da espécie Caretta, caretta.
Entretanto este número já aumentou. São agora 19 as tartarugas mortas que foram recolhidas na costa algarvia.
Faro: Associação Nacional alerta para falta de Bombeiros Profissionais
A Associação Nacional de Bombeiros Profissionais veio a público deixar o aviso para a falta de bombeiros profissionais na maioria das grandes e médias cidades portuguesas.
Faro é apontado como um dos municípios com maior deficit de soldados da paz, "em capitais de distrito como Faro, Leiria e Viseu, há viaturas que saem para acorrer a grandes incêndios com uma tripulação de apenas seis a oito bombeiros, quando são necessários pelo menos 20, denuncia Fernando Curto, presidente da ANBP ao Jornal de Noticias. Outro exemplo são as viaturas de materiais perigosos, que exigem um mínimo de dez a 12 tripulantes e estão a ser manobradas por apenas seis elementos."
Faro é apontado como um dos municípios com maior deficit de soldados da paz, "em capitais de distrito como Faro, Leiria e Viseu, há viaturas que saem para acorrer a grandes incêndios com uma tripulação de apenas seis a oito bombeiros, quando são necessários pelo menos 20, denuncia Fernando Curto, presidente da ANBP ao Jornal de Noticias. Outro exemplo são as viaturas de materiais perigosos, que exigem um mínimo de dez a 12 tripulantes e estão a ser manobradas por apenas seis elementos."
PSD entrega queixa na PJ contra Câmara de Portimão
Afinal o ridículo dos partidos políticos brincarem às queixinhas na Policia Judiciária já vem de longe. Antes do Presidente do CDS-PP, Francisco Paulino ter em nome do Mercado Municipal de Faro ameaçado fazer queixa na PJ sobre a anterior administração daquela empresa municipal, já em Portimão o PSD ameaçava com semelhante queixa contra a Câmara Municipal de Portimão.
Deve ser uma estratégia concertada. Afinal, a perseguição politico-judicial do Freeport já está a fazer escola…
Deve ser uma estratégia concertada. Afinal, a perseguição politico-judicial do Freeport já está a fazer escola…
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Faro: Executivo quer menos 200 trabalhadores na Câmara
O Presidente da Câmara de Faro assume querer prescindir dos serviços de 200 trabalhadores, nos próximos dois anos, como forma de equilibrar as contas do Município.
Para esse objectivo o autarca está disposto a recorrer à “pressão constante” junto dos funcionários, obrigando-os a abandonar a Câmara, uma vez que considera que “há pessoas na função pública que são manifestamente inúteis, a legislação protege os incompetentes, tem muitos direitos e poucos deveres”.
O líder da coligação de direita que governa a Capital Algarvia explica que “são casos de contratos que não vão ser renovados, aposentações, transferências ou reformas por junta médica. Há casos de problema físicos, alcoolismo e até aqueles que não querem trabalhar”.
As declarações do Presidente da Câmara de Faro são, mesmo para ele, surpreendentes e vergonhosamente preocupantes, levando-me mesmo a questionar - perante o silêncio - se existem sindicatos no Algarve.
Impregnadas de um fundamentalismo fascizante, o Presidente da Câmara de Faro vai ao ponto de assumir publicamente ir recorrer da autoridade que advêm da sua função de “patrão” para coagir sobre os funcionários de forma a que estes se despeçam ou sejam despedidos.
Existem trabalhadores municipais com problemas de alcoolismo, pois não vale a pena recorrer à medicina no trabalho, a psicólogos, a planos de tratamento e recuperação. Simplesmente, despedimo-los.
Há pessoas doentes e com baixa, pois reformem-se. A Junta Médica não viabiliza a reforma, pois dêem-lhes funções impossíveis de cumprir e, depois, despedimo-los.
Há trabalhadores desmotivados que não produzem o mesmo que outros colegas, pois não percam tempo a motiva-los, a entender se estão ou não nas áreas e com as funções mais adequadas à sua formação, experiência e personalidade. Se eles não saírem a bem, coagimo-los sob “pressão constante” até os podermos despedir.
Se estas medidas não chegarem para equilibrar as contas estou certo que não faltarão outras de idêntica “sensibilidade social”, tal como, acabar com as licenças de maternidade e de paternidade, por fim ao estatuto de trabalhador estudante, terminar com o período de amamentação, diminuir ou extinguir o período de férias que sempre se poupa no subsidio, acabar com os fins-de-semana e, no limite, acabar mesmo com as remunerações dos trabalhadores.
Já sabiamos que o PSD pretende liberalizar os despedimentos, agora ficamos a saber para que serveria o novo código de trabalho laranja. É uma pena não haver remédio para este extremo caso de nanismo político de que padece o actual Presidente da Câmara de Faro.
Para esse objectivo o autarca está disposto a recorrer à “pressão constante” junto dos funcionários, obrigando-os a abandonar a Câmara, uma vez que considera que “há pessoas na função pública que são manifestamente inúteis, a legislação protege os incompetentes, tem muitos direitos e poucos deveres”.
O líder da coligação de direita que governa a Capital Algarvia explica que “são casos de contratos que não vão ser renovados, aposentações, transferências ou reformas por junta médica. Há casos de problema físicos, alcoolismo e até aqueles que não querem trabalhar”.
As declarações do Presidente da Câmara de Faro são, mesmo para ele, surpreendentes e vergonhosamente preocupantes, levando-me mesmo a questionar - perante o silêncio - se existem sindicatos no Algarve.
Impregnadas de um fundamentalismo fascizante, o Presidente da Câmara de Faro vai ao ponto de assumir publicamente ir recorrer da autoridade que advêm da sua função de “patrão” para coagir sobre os funcionários de forma a que estes se despeçam ou sejam despedidos.
Existem trabalhadores municipais com problemas de alcoolismo, pois não vale a pena recorrer à medicina no trabalho, a psicólogos, a planos de tratamento e recuperação. Simplesmente, despedimo-los.
Há pessoas doentes e com baixa, pois reformem-se. A Junta Médica não viabiliza a reforma, pois dêem-lhes funções impossíveis de cumprir e, depois, despedimo-los.
Há trabalhadores desmotivados que não produzem o mesmo que outros colegas, pois não percam tempo a motiva-los, a entender se estão ou não nas áreas e com as funções mais adequadas à sua formação, experiência e personalidade. Se eles não saírem a bem, coagimo-los sob “pressão constante” até os podermos despedir.
Se estas medidas não chegarem para equilibrar as contas estou certo que não faltarão outras de idêntica “sensibilidade social”, tal como, acabar com as licenças de maternidade e de paternidade, por fim ao estatuto de trabalhador estudante, terminar com o período de amamentação, diminuir ou extinguir o período de férias que sempre se poupa no subsidio, acabar com os fins-de-semana e, no limite, acabar mesmo com as remunerações dos trabalhadores.
Já sabiamos que o PSD pretende liberalizar os despedimentos, agora ficamos a saber para que serveria o novo código de trabalho laranja. É uma pena não haver remédio para este extremo caso de nanismo político de que padece o actual Presidente da Câmara de Faro.
"Como é possível um turista de luxo ficar numa maca num corredor de hospital?", diz o presidente da Câmara de Loulé
A infelicidade da afirmação de Seruca Emídio, médico e Presidente da Câmara de Loulé revela-nos a visão do actual PSD sobre o Estado Social.
Então um português qualquer pode ficar numa maca num corredor de hospital, mas um turista de luxo não? Eu que pensava que a dignidade humana e o respeito pela vida não variavam em função da conta bancária.
Que Serviço Nacional de Saúde defendem estes senhores?
Então um português qualquer pode ficar numa maca num corredor de hospital, mas um turista de luxo não? Eu que pensava que a dignidade humana e o respeito pela vida não variavam em função da conta bancária.
Que Serviço Nacional de Saúde defendem estes senhores?
Natação: Marta Abreu bate recorde nacional dos 200 metros estilos
A nadadora farense Marta Abreu (Clube de Natação de Faro) bateu o recorde nacional dos 200 metros estilos no Campeonato Nacional de Juvenis e Absolutos – Open de Portugal, disputado em Coimbra.
Marta Abreu foi 2.ª classificada na prova, suplantada pela holandesa Joelle Scheps, do PSV Eiffel, mas conseguiu um registo histórico, estabelecendo um novo máximo sénior e absoluto de Portugal com a marca de 2.19,32 minutos.
Marta Abreu foi 2.ª classificada na prova, suplantada pela holandesa Joelle Scheps, do PSV Eiffel, mas conseguiu um registo histórico, estabelecendo um novo máximo sénior e absoluto de Portugal com a marca de 2.19,32 minutos.
Portimonense começa época no Estádio Algarve
O Portimonense irá jogar no Estádio do Algarve para a Liga de futebol enquanto as obras que decorrem no seu recinto não estiverem concluídas, revelou o presidente do clube, Fernando Rocha.
O calendário determinou que o Portimonense receba o Benfica à 8ª jornada, a 24 de Outubro, mas não é um dado adquirido que as obras no seu estádio estejam concluídas a tempo de receber o campeão nacional.
O calendário determinou que o Portimonense receba o Benfica à 8ª jornada, a 24 de Outubro, mas não é um dado adquirido que as obras no seu estádio estejam concluídas a tempo de receber o campeão nacional.
Cavalos à solta em Faro provocam confusão e danos em automóvel
Três cavalos atravessaram a cidade de Faro e depois de terem causado o pânico no trânsito e de terem batido numa viatura foram presos a 100 metros do Tribunal de Faro.
O insólito da notícia só tem paralelo no facto de segundo a Lusa os cavalos terem sido “presos” pela PSP…
O insólito da notícia só tem paralelo no facto de segundo a Lusa os cavalos terem sido “presos” pela PSP…
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Mercado Municipal vai subir taxas pagas pelos operadores
Num comunicado mais condicente com um panfleto partidário do que com um documento de um organismo público a Administração do Mercado Municipal de Faro veio anunciar que vai proceder a aumentos das taxas que cada um dos operadores paga actualmente.
O presidente do CDS/PP e da Administração do Mercado justifica-se (para não variar) com o passado e com as dívidas, adiantando que a empresa não tem receitas para fazer face às despesas, o que não deixa de ser estranho já que existe um estudo de viabilidade económica - efectuado por um Revisor Oficial de Contas - que dava o Mercado Municipal de Faro como uma empresa com viabilidade financeira em que as receitas cobriam as despesas.
Pelo meio, num gesto de autêntico boateiro, Francisco Paulino ainda lança suspeitas de actos irregulares, alegadamente cometidos pela anterior administração, admitindo vir a apresentar queixa na Policia Judiciária por gestão danosa – uma espécie de agarrem-me se não apresento queixa – que em nada dignifica uma entidade pública que das duas uma: ou tem conhecimento de irregularidades e tem a obrigação de participar às autoridades ou não tem e não ameaça, caluniosamente, fazer o que sabe que nunca irá fazer.
O Partido Socialista já veio a público refutar as acusações, recusando ser bode expiatório para o aumento das taxas que a actual maioria de direita quer levar a cabo, como aliás os socialistas haviam denunciado durante a última campanha eleitoral.
O PS Faro recorda que em 2005 o Mercado estava parado e que foi o seu Executivo que retomou e conclui as obras, garantiu novos operadores, uma área de distribuição alimentar, a Loja do Cidadão e o Serviço de Finanças que deverá abrir ainda este mês – estes últimos investimentos realizados pelo Governo orçados em mais de 7 milhões de euros, apelando à actual coligação PSD/CDS-PP/PPM/MPT que se não sabe fazer melhor, pelo menos, não estrague o que ficou feito.
O presidente do CDS/PP e da Administração do Mercado justifica-se (para não variar) com o passado e com as dívidas, adiantando que a empresa não tem receitas para fazer face às despesas, o que não deixa de ser estranho já que existe um estudo de viabilidade económica - efectuado por um Revisor Oficial de Contas - que dava o Mercado Municipal de Faro como uma empresa com viabilidade financeira em que as receitas cobriam as despesas.
Pelo meio, num gesto de autêntico boateiro, Francisco Paulino ainda lança suspeitas de actos irregulares, alegadamente cometidos pela anterior administração, admitindo vir a apresentar queixa na Policia Judiciária por gestão danosa – uma espécie de agarrem-me se não apresento queixa – que em nada dignifica uma entidade pública que das duas uma: ou tem conhecimento de irregularidades e tem a obrigação de participar às autoridades ou não tem e não ameaça, caluniosamente, fazer o que sabe que nunca irá fazer.
O Partido Socialista já veio a público refutar as acusações, recusando ser bode expiatório para o aumento das taxas que a actual maioria de direita quer levar a cabo, como aliás os socialistas haviam denunciado durante a última campanha eleitoral.
O PS Faro recorda que em 2005 o Mercado estava parado e que foi o seu Executivo que retomou e conclui as obras, garantiu novos operadores, uma área de distribuição alimentar, a Loja do Cidadão e o Serviço de Finanças que deverá abrir ainda este mês – estes últimos investimentos realizados pelo Governo orçados em mais de 7 milhões de euros, apelando à actual coligação PSD/CDS-PP/PPM/MPT que se não sabe fazer melhor, pelo menos, não estrague o que ficou feito.
Mercado Municipal: A MENTIRA TEM PERNA CURTA
«Do conjunto de documentos assinados pela candidatura de José Apolinário (PS), Macário Correia destaca um distribuído pelos operadores do Mercado Municipal de Faro, que diz que a coligação de direita "está contra os operadores". No panfleto, lê-se que Macário Correia tenciona aumentar as rendas dos operadores e das bancas, o que o candidato do PSD diz ser uma "propagação de mentiras de forma insultuosa" de coisas que jura nunca ter dito. Contactado pela Lusa, José Apolinário diz que foram as constantes declarações de Macário Correia sobre a grave situação financeira do mercado, que levou o PS a deduzir que a sua intenção seria aumentar as taxas.»
In Lusa - 19 de Setembro de 2009
«O candidato do PS e actual presidente da câmara, assume a autoria do folheto sobre as alegadas ideias de Macário Correia para o Mercado Municipal de Faro. “Assumimos essa posição. A candidatura da direita veio criticar a situação financeira do mercado porque quer aumentar as tarifas dos operadores tradicionais. É o que está por detrás da sua posição”.»
In Região Sul - 21 Setembro 2009
«A gota de água, que fez Macário Correia vir denunciar estes casos publicamente, foi a distribuição no Mercado de Faro de um folheto, assinado pela campanha de José Apolinário, onde Macário era acusado de ter afirmado que ia aumentar as taxas dos operadores, caso viesse a ser eleito. O candidato social-democrata, que garantiu nunca ter afirmado nem ter a intenção de mexer com as taxas do Mercado, considerou que este «é um caso de baixa política».
In Barlavento - 24 de Setembro de 2009
Face às notícias vindas hoje a público e ao comunicado da Administração do Mercado Municipal não restam dúvidas sobre quem durante a campanha eleitoral recorreu à "mentira insultuosa" e à "baixa política" para enganar os farenses.
Ignomínia e minudências
Perdidos e sem acção política que se veja, os elementos da actual maioria de direita que lidera o Município de Faro têm feito das minudências da gestão autárquica e do ataque feroz à gestão do PS e de José Apolinário a sua única prova de vida.
Quase um ano depois de eleita regista-se que a actual Câmara conseguiu retirar abusivamente duas esplanadas do passeio, “incendiar” um Quartel de Bombeiros, aprovar um regulamento que até agora não retirou um único aparelho de ar condicionado das fachadas, colocar três dezenas de pins, terraplanar um terreno junto à Ilha de Faro e abrir uma entrada viária da rotunda do Fórum Algarve para a Urbanização Horta das Figuras.
Convenhamos que para quem afirmava “vir para trabalhar”, o resultado obtido não justifica o salário de um Presidente, quatro Vereadores a tempo inteiro, um chefe de Gabinete, uma Adjunta, seis Secretárias a que ainda se juntam as transferências de uma nova Administradora para a FAGAR que transitou da Tavira Verde, uma Directora de Departamento de Administração Geral que transitou da Câmara de Tavira, uma nova Directora para o Departamento de Cultura e uma outra para o Departamento de Acção Social e Habitação que eram antes chefes de divisão na Câmara de Tavira e ainda a nomeação do Presidente da Comissão Politica Concelhia do PSD de Faro para presidente da Empresa Municipal FAGAR e do Presidente do CDS/PP Faro para presidente do Teatro, Ambifaro e Mercado Municipal, para além de mais algumas contratações e promoções de gente próxima e amiga.
Convenhamos que o presidente da Câmara de Faro, que acha que tem trabalhadores a mais, não olhou a despesas para constituir a equipa que quis e para contratar novos funcionários onde quis e lhe apeteceu.
O único senão é que não se entende como 10 meses depois e com tão grande staff não se vislumbra qualquer obra em Faro?
Em oposta proporção têm sido muitos e múltiplos os ataques ao anterior Executivo do Partido Socialista, como se a campanha eleitoral ainda não tivesse terminado e os farenses não percebessem que o Carnaval de criticas ao exercício passado não lhes altera em nada o presente e o futuro.
O comunicado sobre a situação financeira do Mercado Municipal é, apenas, mais um exemplo deste estilo demagógico e populista – que caracteriza a inacção da coligação de direita – que não tem o mínimo pudor em recorrer à ignominia, com dois propósitos: disfarçar a falta de rumo, capacidade e de obra do actual Executivo e denegrir a imagem pública do Partido Socialista e daquele que foi e é o seu principal rosto – José Apolinário.
Incapaz de mostrar trabalho e de “refazer de Faro uma Capital” como antes prometiam, a actual Câmara está transformada num campo de pedras – sem ideias, projecto ou trabalho – parou no tempo das minudências e da ignomínia, fossilizada.
Quase um ano depois de eleita regista-se que a actual Câmara conseguiu retirar abusivamente duas esplanadas do passeio, “incendiar” um Quartel de Bombeiros, aprovar um regulamento que até agora não retirou um único aparelho de ar condicionado das fachadas, colocar três dezenas de pins, terraplanar um terreno junto à Ilha de Faro e abrir uma entrada viária da rotunda do Fórum Algarve para a Urbanização Horta das Figuras.
Convenhamos que para quem afirmava “vir para trabalhar”, o resultado obtido não justifica o salário de um Presidente, quatro Vereadores a tempo inteiro, um chefe de Gabinete, uma Adjunta, seis Secretárias a que ainda se juntam as transferências de uma nova Administradora para a FAGAR que transitou da Tavira Verde, uma Directora de Departamento de Administração Geral que transitou da Câmara de Tavira, uma nova Directora para o Departamento de Cultura e uma outra para o Departamento de Acção Social e Habitação que eram antes chefes de divisão na Câmara de Tavira e ainda a nomeação do Presidente da Comissão Politica Concelhia do PSD de Faro para presidente da Empresa Municipal FAGAR e do Presidente do CDS/PP Faro para presidente do Teatro, Ambifaro e Mercado Municipal, para além de mais algumas contratações e promoções de gente próxima e amiga.
Convenhamos que o presidente da Câmara de Faro, que acha que tem trabalhadores a mais, não olhou a despesas para constituir a equipa que quis e para contratar novos funcionários onde quis e lhe apeteceu.
O único senão é que não se entende como 10 meses depois e com tão grande staff não se vislumbra qualquer obra em Faro?
Em oposta proporção têm sido muitos e múltiplos os ataques ao anterior Executivo do Partido Socialista, como se a campanha eleitoral ainda não tivesse terminado e os farenses não percebessem que o Carnaval de criticas ao exercício passado não lhes altera em nada o presente e o futuro.
O comunicado sobre a situação financeira do Mercado Municipal é, apenas, mais um exemplo deste estilo demagógico e populista – que caracteriza a inacção da coligação de direita – que não tem o mínimo pudor em recorrer à ignominia, com dois propósitos: disfarçar a falta de rumo, capacidade e de obra do actual Executivo e denegrir a imagem pública do Partido Socialista e daquele que foi e é o seu principal rosto – José Apolinário.
Incapaz de mostrar trabalho e de “refazer de Faro uma Capital” como antes prometiam, a actual Câmara está transformada num campo de pedras – sem ideias, projecto ou trabalho – parou no tempo das minudências e da ignomínia, fossilizada.
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Obras Públicas: Câmara de Faro é das piores pagadoras
A Câmara Municipal de Faro é uma das seis piores autarquias do país no que se refere ao pagamento de obras públicas.
No último inquérito aos prazos de recebimento declarado pelas empresas de obras públicas elaborado pela Federação da Construção (Fepicop) - o inquérito da Primavera - verifica-se que os prazos médios de recebimento declarados pelas empresas de obras públicas fixou-se agora em sete meses (208 dias), o que representa um agravamento de 14 dias face ao inquérito de Outono anterior.
Segundo o mesmo inquérito divulgado hoje pelo Público, uma em cada três autarquias portuguesas liquida as suas dívidas num prazo superior a seis meses. E cinco por cento do total das câmaras trabalhadas neste estudo (em termos estatísticos, só foi possível analisar de forma individualizada as facturas de 123 câmaras) pagam as suas dívidas às empresas de construção num prazo superior a um ano. A factura mais atrasada tem 18 meses.
Todos sabemos que as dificuldades da Câmara de Faro para pagar aos fornecedores e empreiteiros não são de hoje, nem de ontem. Contudo é bom registar que por exemplo em Lisboa, a Câmara Municipal, conseguiu deixar o escalão das piores pagadoras (onde se encontrava desde a Primavera de 2008), enquanto que a Capital do Algarve ascendeu a esse grupo.
E parecia haver tantas “soluções milagrosas” durante a campanha eleitoral da coligação de direita…
No último inquérito aos prazos de recebimento declarado pelas empresas de obras públicas elaborado pela Federação da Construção (Fepicop) - o inquérito da Primavera - verifica-se que os prazos médios de recebimento declarados pelas empresas de obras públicas fixou-se agora em sete meses (208 dias), o que representa um agravamento de 14 dias face ao inquérito de Outono anterior.
Segundo o mesmo inquérito divulgado hoje pelo Público, uma em cada três autarquias portuguesas liquida as suas dívidas num prazo superior a seis meses. E cinco por cento do total das câmaras trabalhadas neste estudo (em termos estatísticos, só foi possível analisar de forma individualizada as facturas de 123 câmaras) pagam as suas dívidas às empresas de construção num prazo superior a um ano. A factura mais atrasada tem 18 meses.
Todos sabemos que as dificuldades da Câmara de Faro para pagar aos fornecedores e empreiteiros não são de hoje, nem de ontem. Contudo é bom registar que por exemplo em Lisboa, a Câmara Municipal, conseguiu deixar o escalão das piores pagadoras (onde se encontrava desde a Primavera de 2008), enquanto que a Capital do Algarve ascendeu a esse grupo.
E parecia haver tantas “soluções milagrosas” durante a campanha eleitoral da coligação de direita…
"As despesas com pessoal não são fáceis de reprimir na função pública porque os incompetentes estão protegidos por lei"
A culpa é da Lei e dos funcionários da Câmara que são incompetentes.
É na prática isto que diz o Presidente da Câmara de Faro em entrevista ao DN sobre o facto do seu Município integrar o grupo das seis câmaras que mais tarde pagam aos empreiteiros.
Não fosse a Lei e já teria despedido uma ou duas centenas de trabalhadores da Câmara de Faro. Alegaria incompetência e estava o problema do endividamento municipal resolvido.
Não há dúvida. Este homem que já foi Secretário de Estado, Deputado, autarca e que agora preside á Câmara de Faro e á AMAL, ainda assim, já mais deixará de habitar o rés-do-chão da política.
É na prática isto que diz o Presidente da Câmara de Faro em entrevista ao DN sobre o facto do seu Município integrar o grupo das seis câmaras que mais tarde pagam aos empreiteiros.
Não fosse a Lei e já teria despedido uma ou duas centenas de trabalhadores da Câmara de Faro. Alegaria incompetência e estava o problema do endividamento municipal resolvido.
Não há dúvida. Este homem que já foi Secretário de Estado, Deputado, autarca e que agora preside á Câmara de Faro e á AMAL, ainda assim, já mais deixará de habitar o rés-do-chão da política.
Ria Formosa: Navegação com motor proibida nos canais terciários
Uma resolução governamental proibindo a navegação a motor nos canais terciários da Ria Formosa está a causar grande indignação na comunidade piscatória de Faro, “querem que andemos a remo ou à vela com os barcos carregados. Isso é voltar ao passado em que a miséria não nos permitia ter motores”, desabafou um pescador ouvido pelo Correio da Manhã.
Sendo verdade que é necessário regular a circulação de embarcações, ainda para mais dentro de um Parque Natural, muitos destes regulamentos estão contaminados por um determinado pensamento “ecológico” que acredita que a defesa do ambiente se faz contra os interesses das populações.
Num Parque Natural que tem no seu seio duas das mais populosas cidades da região (Faro e Olhão) querer ou pretender regulamentar como se estas mais de 80 mil pessoas que aqui vivem não existissem é o maior erro estratégico para a valorização da ria e para a afirmação e reconhecimento do próprio Parque Natural da Ria Formosa.
Sendo verdade que é necessário regular a circulação de embarcações, ainda para mais dentro de um Parque Natural, muitos destes regulamentos estão contaminados por um determinado pensamento “ecológico” que acredita que a defesa do ambiente se faz contra os interesses das populações.
Num Parque Natural que tem no seu seio duas das mais populosas cidades da região (Faro e Olhão) querer ou pretender regulamentar como se estas mais de 80 mil pessoas que aqui vivem não existissem é o maior erro estratégico para a valorização da ria e para a afirmação e reconhecimento do próprio Parque Natural da Ria Formosa.
Habitação: Faro e Lisboa têm os preços mais altos
As cidades de Lisboa e de Faro são as mais caras em termos de habitação, tanto nos preços dos apartamentos novos como nos usados.
É curioso que face a uma abrupta quebra da procura (ainda há poucos anos era prática em Faro a compra de apartamentos ainda em planta, enquanto que actualmente são inúmeros os fogos prontos e fechados sem compradores ou interessados), os preços das habitações se mantenham em alta.
É curioso que face a uma abrupta quebra da procura (ainda há poucos anos era prática em Faro a compra de apartamentos ainda em planta, enquanto que actualmente são inúmeros os fogos prontos e fechados sem compradores ou interessados), os preços das habitações se mantenham em alta.
Jerónimo de Sousa avisa que se o PS avançar com portagens na Via Infante vai "queimar-se sozinho"
O Secretário-geral do Partido Comunista Português considera que em relação às portagens o que está em cima da mesa é a abertura do seu pagamento na Via Infante (A22), com o PS, PSD e CDS-PP mais uma vez unidos nesse objectivo, adiantando que “é claro que o PSD e o CDS-PP querem que seja o PS a pagar as favas e a queimar-se sozinho numa medida que tomariam caso fossem governo”.
Neste aspecto o líder comunista tem razão. O PSD obrigou o Governo a colocar portagens em todas as Scut, declarando que era contra as isenções, mas tudo fará para que seja o PS a assumir os custos políticos dessa sua exigência negocial.
Refira-se ainda que Jerónimo de Sousa esteve este Sábado em Faro, no Mercado Municipal, num comício que se ficou por pouco mais de duas centenas de militantes, muito pouco para quem pretendia fazer deste acontecimento uma manifestação da força comunista na Capital do Algarve.
Neste aspecto o líder comunista tem razão. O PSD obrigou o Governo a colocar portagens em todas as Scut, declarando que era contra as isenções, mas tudo fará para que seja o PS a assumir os custos políticos dessa sua exigência negocial.
Refira-se ainda que Jerónimo de Sousa esteve este Sábado em Faro, no Mercado Municipal, num comício que se ficou por pouco mais de duas centenas de militantes, muito pouco para quem pretendia fazer deste acontecimento uma manifestação da força comunista na Capital do Algarve.
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